Tecto Data Centers conquista certificação internacional I-REC para seus sites na América Latina

Certificação comprova que 100% do consumo elétrico de seus data centers no Brasil e na Colômbia é proveniente de fontes renováveis de energia.

A Tecto Data Centers, plataforma de soluções de data centers com atuação na América Latina, conquistou a certificação internacional I-REC (International Renewable Energy Certificate) para seus ativos em operação no Brasil e na Colômbia. 

A certificação comprova que 100% da energia elétrica consumida pelos data centers da companhia nos dois países em 2025 é proveniente de fontes renováveis, com rastreabilidade reconhecida internacionalmente para fins de reporte de emissões de Escopo 2 (Scope 2 Reporting). A iniciativa assegura lastro comprovado em geração renovável, ampliando a transparência no reporte ambiental e aderência a padrões globais de sustentabilidade.

Atualmente, a Tecto opera sete data centers:  no Brasil, TFOR1, TFOR2 e TFOR3, em Fortaleza (CE), TGIG1, no Rio de Janeiro (RJ) e TBAQ1, TBAQ2 e TBAQ3, em Barranquilla, na Colômbia — e ainda possui dois novos projetos em desenvolvimento, TPOA1, em Porto Alegre (RS), e TGRU1, em Santana de Parnaíba (SP), como parte de seu plano de expansão.  

“A certificação I-REC reforça nosso posicionamento como uma plataforma preparada para crescer com responsabilidade ambiental e previsibilidade para os clientes. Em um cenário de expansão acelerada da infraestrutura digital, especialmente com a evolução da inteligência artificial, a origem da energia passa a ser um critério relevante na tomada de decisão”, afirma Tito Costa, CRO da Tecto Data Centers.

A companhia adquire energia por meio do mercado livre, garantindo previsibilidade e rastreabilidade na contratação, e mantém como diretriz estratégica a ampliação contínua da eficiência energética em suas operações.

“Com o crescimento acelerado da demanda por inteligência artificial, computação em nuvem e workloads de alta densidade energética, a rastreabilidade da matriz elétrica torna-se um fator estratégico para empresas que precisam conciliar expansão digital com metas de descarbonização”, complementa Costa.

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